sexta-feira, 17 de maio de 2013









O mar sempre exerceu um fascínio sobre minha pessoa, como artista visual não tardou para que essa convivência influenciasse minha poética, meu imaginário. O hábito corriqueiro de contemplar e caminhar pela praia, me possibilitou perceber o universo de costumes, tradições e valores da cultura que são agregados as águas do mar. Transformar estas observações /percepções em objetos estéticos, requer um comprometimento emocional real, verdadeiro, uma entrega sensorial na qual, só me interessa coexistir naquele instante de contemplação, renunciando o antes e o depois temporal. Então, só posteriormente a esta experiência de interação com o meio ambiente, posso exteriorizar minhas abstrações/reflexões.










quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013





O vídeo Autômatos participa da XI Bienal do Recôncavo - BA. 

Fotografia / câmera / direção / arte : Péricles Mendes. 
Direção / edição / finalização : André Pimenta.  

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

COLETIVO  TRÍPTICO 

Salão de Artes Visuais da Bahia - Edição 2012 - Juazeiro - BA




L. A. P. A - Leitura em Ambientes de Passagens - Coletivo Tríptico (Jô Felix, Péricles Mendes e Vladimir Oliveira)

L.A.PA - Leitura em Ambientes de Passagens, consiste no registro de uma performance realizada na Estação da Lapa, movimentado terminal de ônibus localizado no centro da cidade de Salvador. Trata-se de experimentar múltiplos modos de ocupação do espaço público, a partir de presenças temporárias do corpo em certos espaços da cidade. Tendo em vista os atributos fisico-espaciais que estruturam a estação (escadas de acesso e corredores), alguém entre tantos citadinos acelerados, contrário aos que vem e vão numa coreografia cotidiana automatizada, almeja concentrar-se numa leitura silenciosa, a fim de instaurar um intervalo, um ‘entre-espaço’ no espaço de um “não-lugar” comprometido com o transitório, a velo(cidade) e a solidão. A fotografia (registro da ação) reflete sobre esse espaço que se mostra fragmentado, evidenciando as escadas como signo de um ‘tempo de passagem’. Quanto à estética, as imagens foram capturadas sequencialmente em baixa-obturação e manipuladas digitalmente (corte) com a intenção de aludir há uma “espacialidade impossível” na qual, os efeitos de perspectivas e rebatimentos assemelhassem as estruturas arquitetônicas irreais de M. C. Escher.







Autômatos 

O projeto Autômatos propõe uma releitura da rede elétrica da urbe de Salvador cujo realismo funcional é abdicado em favor de uma construção subjetiva, que funde planos bidimensionais fragmentados a linhas virtuais de um voo. Por meio de uma hibridização de linguagens artísticas (vídeo, fotografia e arte digital) é demonstrado passo a passo à construção de espacialidades de uma obra artística. 
Formas lineares das redes elétricas e sua estrutura mecânica espacial são articulados e sobrepostos a seres orgânicos (urubus), cuja leveza do movimento irregular/imprevisível contrasta com a geometria rígida e pesada da rede elétrica. O processo de elaboração e maturação da pesquisa visual desenvolveu-se através de excursões nas ruas e avenidas; observando, fotografando e filmando cada objeto a ser integrado na obra.



Il progetto Autômatos propone una rilettura della rete elettrica della città di Salvador il cui realismo funzionale è abdicato in favore di una costruzione soggettiva, che fonde i piani bidimensionali frammentati alla linee virtuali di volo. Attraverso una ibridazione di linguaggi artistici (video, fotografia e arte digitale) è indicato passo per passo la costruzione della spazialità di un lavoro artistico. Forme lineari della rete elettrica e la sua struttura meccanica spaziale sono articolati e sovrapposti a esseri organici (avvoltoi), la cui leggerezza del movimento irregolare/imprevedibile contrasta con la geometria rigida della rete elettrica. Il processo di elaborazione e maturazione della ricerca visiva è stato sviluppato attraverso delle escursioni per le strade e viali; osservando, fotografando e filmando ogni oggetto da inserire nell’opera.
Questa ricerca si appoggia sul desiderio di cogliere il distacco sensoriale/percettivo del contesto urbano – uno spazio in continua trasformazione, movimento sinergico tra gli oggetti/esseri, l’architettura e i passanti.

O vídeo recebeu menção honrosa pela inovação no 15º Festival Nacional Cinco Minutos realizado em Salvador-BA em outubro de 2012. 

Carollini Assis - Coordenação do Júri
Adalberto Meireles - Crítico de Cinema
Caó Cruz Alvez - Animador
Lúcio Mendes - Fotógrafo, designer, técnico do acervo da Dimas
Márcia Nunes - Produtora
Tuna Espinheira - Cineasta
Washington Arléo - Artista plástico

sexta-feira, 14 de setembro de 2012



A paraconsistência discute a possibilidade da racionalidade, tradicionalmente ligada a alguma noção de consistência ou ausência de contradição, mediante uma abrangência de situações entre qualquer proposição e seu contrário da lógica tradicional.

Esta mostra conta com a curadoria de Alejandra Henrnández Muñoz e propõe discutir a Arte Contemporânea como campo privilegiado da paraconsistência, desde um recorte da produção de 25 artistas ligados à Escola de Belas Artes da UFBA cuja trajetória artística se constitui ou se afirma nestes últimos dez anos na Bahia.

Participam da mostra os seguintes artistas: Ana Fraga, Ana Verana, Ana Paula Pessoa, Anderson AC, Anderson Dos Santos, Arthur Scovino, Bárbara Tércia, Bruno Marcello, Coletivo OSSO, Daiane Oliveira, Evandro Sybine, Fabio Magalhães, GIA, Juliana Moraes, Lia Vaquer, Liane Heckert, Marcius Kouru, Nicolas Soares, Péricles Mendes, Raquel Mascarenhas, Renata Voss, Sarah Hallelujah, Vinicius S.A., Vladimir Oliveira, William A., Zé de Rocha.




A instalação/videoarte Autômatos propõe uma releitura da rede elétrica da urbe cujo realismo funcional é abdicado em favor de uma construção subjetiva, que funde planos bidimensionais fragmentados a linhas virtuais de um voo. Por meio de uma hibridização de linguagens artísticas (vídeo, fotografia e arte digital) é demonstrado passo a passo à construção espacial de artes digitais e fotografias.








O processo de elaboração e maturação da pesquisa visual desenvolveu-se através de excursões nas ruas e avenidas; observando, fotografando e filmando cada objeto a ser integrado na obra. Essa investigação sustenta-se no desejo de apreender o estranhamento sensorial/perceptivo do meio urbano - um espaço em constante transformação, movimento sinergético entre objetos, arquitetura e transeuntes.
A instalação é formada por 2 fotografia (50 x 70cm) que ficam ao lado da TV onde será exibido o vídeo.

18º Salão de Arte Anapolino








Considerado o mais antigo salão de artes realizado de maneira sistemática na região do Planalto Central, o Salão Anapolino chega hoje à sua 18ª edição, com abertura às 20 horas, na Galeria Antônio Sibasolly da cidade. O objetivo, segundo o curador Paulo Henrique Silva, é colocar em primeiro plano experimentações e vivências de artistas contemporâneos de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins, Bahia e Distrito Federal, com novos elementos estéticos. A mostra estará aberta ao público em geral a partir de segunda-feira até 14 de setembro.

PREMIADOS
Dentre os 14 selecionados, foram premiados o goiano Helô Sanvoy, o brasiliense João Angelini e o baiano Péricles Mendes. Eles vão receber prêmio-aquisição no valor de R$ 5 mil cada um. Os demais artistas ganharão um prêmio participação de R$ 600. A intenção é subsidiar e viabilizar dentro do possível a produção do Centro-Oeste e regiões adjacentes.

Na comissão da seleção e premiação deste ano, participaram os artistas Gilmar Camilo, de Goiás; Rafael Maldonado, de Mato Grosso do Sul, e Matias Monteiro, de São Paulo. Eles selecionaram 14 artistas, que, de acordo com a curadoria do evento, imprimem a cara da nova geração artística dos Estados contemplados pelo edital .

“Os salões de arte nos últimos anos estão dimensionando a nova arte contemporânea. Este ano, em Anápolis, não está sendo diferente. Apesar de ser aberto tanto a novos artistas como para consagrados, ele vem mostrando o que há de mais novo na cena contemporânea”, adianta Paulo Henrique Silva.









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